Topo  |  Voltar       
Home  |  Fale Conosco

Home
.: Histórico : Física Vivencial : Programas Educacionais : IFCE :. 

20 ANOS DE EDUCAÇÃO
1979 - 1999



O que é uma aula?
Sala, carteiras, lousa, giz e apagador;
Caderno, lápis, caneta,
Borracha, régua e apontador...
Livros ou apostilas.
Professor ou professora, alunos e alunas:
Valores, idéias, palavras.
Símbolos e símbolos, muitos símbolos!

Dar uma aula, assistir a uma aula:
ações tão normais que nem mesmo as questionamos.
Alguém deve dar, alguém deve receber.

O corpo permanece parado, tanto quanto possível...
As mãos e os dedos se movimentam,
tentando registrar as informações transmitidas.
Os músculos do pescoço são freqüentemente
Exigidos nesta tarefa, cujo tempo mínimo
é da ordem de 40 minutos:
Uma aula!


"Foi assim que comecei: dando aulas, aulas de Física!".

Quem já estudou esta matéria sabe o que ela significa: fórmulas incompreensíveis, terríveis contas, dor de cabeça sem fim: coisa de louco!
O professor sabe, muito bem, o que o espera...
"Mas será mesmo que as coisas têm de
ser assim, para toda a eternidade?
Não haverá algo a ser feito?"
Eu me perguntava o tempo todo.

Fragmento de texto de Física

Montagem de partes de protótipos

"E eis que um dia um simples brinquedo,
constituído por um imã escondido sob uma esfera de isopor, apontaria um caminho...
Corria o ano letivo de 1982.
Minhas primeiras pesquisas e desenvolvimento
de mídias dedicadas ao ensino de Física teriam início e, com elas, descobertas e construções decisivas que iriam influenciar o futuro, futuro que estava apenas começando para mim e para muitas outras pessoas...
Mas era preciso antes, testar, experimentar, arriscar..."


"E assim nasceriam os primeiros modelos
e protótipos daqueles que seriam, um dia, os
Bancos de Pesquisa Física.
Dentre as descobertas e invenções mais pitorescas que fiz está a do Pica-Pau. Durante uma viagem ao Rio de Janeiro, num restaurante de beira de estrada, lá estava "ele". Há muito eu procurava por algo que ajudasse aos alunos estudarem alguns movimentos particulares.
O bichinho era uma gracinha e fazia mais:
permitia que seu movimento fosse estudado,
até com boa precisão!
Grande surpresa, grata satisfação."

O "Pica-Pau", montado (1985).


Acima: (a esquerda), balança de braços (a direita) Oscilador e Dinamômetro. Abaixo: Laboratório de Eletricidade e Magnetismo (1985)

"Outros protótipos foram desenvolvidos,
passando a ser aplicados durante
minhas aulas de Física.
As perspectivas relativas à construção de conhecimento pelos alunos e ao trabalho criativo do professor eram sensivelmente diferentes das verificadas no modelo tradicional de aula.
Podia-se perceber uma maior motivação dos estudantes (e do professor!) durante as aulas."


"Por volta de maio de 1985, o primeiro
protótipo de características mais amplas
estava pronto e testado (durante as minhas aulas).
As áreas contempladas da Física eram a
Mecânica, Eletricidade, Eletromagnetismo, Óptica e Termologia, dimensionadas para servirem de suporte às atividades realizadas no (antigo) Segundo Grau."

Primeiro protótipo do Banco de
Pesquisa Física (1985)


Alunos do Curso Supletivo,
durante exposição de trabalhos
(Instituto Santa Amália - fev/85)

"Os estudantes mudavam significativamente
suas atitudes durante as aulas.
A Física "aquela ciência chata, distante
e desvinculada do cotidiano"começava agora
a fazer parte integrante da cultura e realidade deles, servindo-lhes como uma nova ferramenta
de descobertas, leitura e escrita do mundo."


"Em 1985 iniciei atividades de implantação de laboratórios de ciências, em escolas. O Colégio Monteiro Lobato, de São Paulo, foi a primeira escola que recebeu uma revisão em suas práticas didáticas no ensino das ciências".
A partir de então, atividades práticas e experimentais seriam incluídas em sua programação letiva regular."

Laboratório de Ciências do Colégio Monteiro Lobato. São Paulo/SP - Março. (1985)

"Entre os anos de 86 e 87 fiquei afastado do magistério. Neste período assumi atividades em uma empresa de informática e iniciei-me numa nova área profissional: vendas de computadores e sistemas".

 

"Mesmo assim,
distante da sala de aula,
eu ainda freqüentemente sonhava
que estava ensinando física."


"A oportunidade de retorno à escola não tardou a chegar. Em outubro de 87 foi convidado a lecionar Física na EESG Brasílio Machado e, logo em seguida, a assumir aulas no Cursinho Universitário de Alphaville. Retomava assim o fio da meada que, ao final de 1988, me conduziria a criar o primeiro Banco de Pesquisa, no tema Óptica."



Óptica Experimental: protótipo
(Maio/85)



Banco de Pesquisa Óptica (versão 1989):
o primeiro conjunto de recursos
a ser produzido em escala


O lançamento do primeiro Banco de Pesquisa (Óptica) teve o apoio logístico e comercial da empresa Didática Center (SP), na época dirigida pelo Prof. Jaime Nazário.
O kit ganhou lugar de destaque, em uma das vitrines da loja.
"Era muito gratificante ver o Banco de Pesquisa
lá, em exposição.
"
"Em março do mesmo ano (89), um susto:
fui informado, pela direção da Didática Center,
que não seria possível receberem os kits,
sem Nota Fiscal..."


Em outras palavras fui desafiado,
naquele momento,
a me tornar, além de professores, microempresário.

Muito aprendizado, trâmites e alguma papelada
para finalmente, em 14 de julho de 1989,
estar formalmente criada a Laborciência Comércio de Kits Educacionais Ltda, cujo nome fantasia passou a ser
Laborciência Tecnologia Educacional®.

Eis sua logomarca:


Feixes de luz branca sobre prisma óptico.
(Banco de Pesquisa Óptica)

"Entre 1989 e 1990 o único produto da Laborciência era o Banco de Pesquisa Óptica. Confesso que embora eu tivesse sempre acreditado que o kit fosse ideal para a escola pública por dispensar uso de laboratório e pelo seu baixo custo relativo, as escolas que efetivamente adquiriam o produto eram as particulares. Foi uma surpresa colocar nossos kits em laboratórios sofisticados, ao lado de equipamentos importados."

Nas palavras de professores e coordenadores, o material produzido pela Laborciência era muito prático e fácil de manusear, oferecendo ainda boa precisão em medidas.


O Banco de Pesquisa Óptica ocupou um espaço importante nas escolas que o adotaram.
"Por este tempo aprendi que não bastava desenvolver um kit: era preciso sugerir atividades consistentes e, mais importante ainda, era dedicar um tempo de apoio ao professor."

Havia algo mais profundo e importante em tudo aquilo que iniciávamos. Havia o aspecto indispensável da formação continuada do docente. Esta característica marcaria, definitivamente, a forma de atuação da Laborciência no mercado educacional."

Professores do Estado do Ceará, em Curso de Aperfeiçoamento. (RENAF/UFCE/ITA/VITAE - 1983)

Durante os dois primeiros anos a produção dos Bancos de Pesquisa Óptica era realizada por um único funcionário que trabalhava ocupando um terço de uma garagem, nos fundos de minha residência.

"Apesar dos precários recursos técnicos disponíveis, primávamos pela qualidade e precisão do material confeccionado, totalmente a mão."


Como professor do Curso e Colégio Universitário fui convidado a participar do Programa VESTIBULANDO da TV CULTURA de São Paulo.

"Esta viria a ser uma experiência muito relevante para mim na medida em que foram sendo desenvolvidos uma série de programas dedicados ao Ensino de Óptica, utilizando os recursos oferecidos pelo Banco de Pesquisa Óptica da Laborciência."

Estes vídeos foram depois incorporados como mídias de suporte ao professor, como sugestão
aos variados usos do material.

Equipe de Produção do Programa
VESTIBULANDO - TV Cultura/1990/SP


Curso de Aperfeiçoamento de Professores
UFC/VITAE/SEC (1995)

Em 1991 viria a ser lançado o
Banco de Pesquisa Mecânica.
Por se tratar de uma área muito exigida no programa do antigo Segundo Grau, a demanda inicial pelo novo produto foi muito acima da esperada.

"Àquela altura, precisei tomar uma decisão pessoal muito difícil: deixar todos os vínculos empregatícios para dedicar-me exclusivamente a Laborciência."

Foi o que fiz. A partir de Fevereiro de 91 as ações junto a universidades, escolas e docentes passou a ser freqüente, inicialmente no Estado de SP e depois por todo o país."


O Banco de Pesquisa Mecânica representou a superação de sérios desafios de ordem técnica e tecnológica.

No entanto talvez o mais significativo tenha sido viabilizar um instrumental que permitia um trato não só experimental mas também histórico.

Este aspecto enriqueceu sobremaneira a publicação de suporte às atividades de Mecânica, oferecida pelo Banco de Pesquisa da Laborciência.

Banco de Pesquisa Mecânica (1991)


Inauguração da Loja da Brinquedos Educativos
da Laborciência, em junho de 1991.

A demanda e produção do Banco de Pesquisa Mecânica exigiu um maior número de funcionários: agora já eram três! Foi por essa época que a Laborciência abriu sua primeira sede que incluia, além das atividades de produção dos Bancos de Pesquisa de Óptica e Mecânica, uma loja de brinquedos educativos.
O endereço? Avenida Jabaquara, 102. Em São Paulo. Nesta sede a Laborciência permaneceu entre Junho de 91 e Fevereiro de 96."

"Dificuldades adviriam ainda em 91.
Produzindo somente dois produtos e tendo
sua estrutura funcional e operacional ampliadas, mostrava-se difícil conseguir um equilíbrio financeiro estável. No entanto, um projeto de amplo alcance estava sendo encaminhado pela VITAE.

A RENAF (Rede Nacional de Aperfeiçoamento em Física) tinha por objetivo atualizar docentes de Física em vários estados brasileiros, começando por São Paulo.

O ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica - foi incumbido da primeira parte desta missão.
Enquanto isso, desenvolviamos os Bancos de Pesquisa Termologia com Hidrostática e Eletricidade com Magnetismo. Eles teriam um papel fundamental para o projeto e o programa RENAF, como veremos a seguir."


Banco de Pesquisa Termologia c/ Hidrostática
(Laborciência (1991)



Banco de Pesquisa Eletricidade c/ Magnetismo
(Laborciência - 1991)


Em setembro de 91 o ITA solicitou a empresas
produtoras de material experimental para o
Ensino de Física, uma proposta para a organização de um equipamento básico que seria entregue aos professores participantes dos cursos da RENAF.

"Criei como resposta a este desafio,
o Banco de Pesquisa Física - Compacto."

Em 17 de Dezembro do mesmo ano,
após exaustiva análise da comissão
organizadora do ITA para o Programa RENAF,
o Banco de Pesquisa Compacto viria a ser
aceito como Equipamento Padrão para os cursos que seriam efetuados.

"De uma só vez foram produzidos 120 conjuntos, destinados a docentes de
São Paulo, Minas Gerais e Ceará."

O Banco de Pesquisa Compacto experimentou elevada aceitação pelos docentes participantes da RENAF (aproximadamente 1.300 professores) e é, até hoje, o carro-chefe de Física da Laborciência para o Ensino Médio e Superior e nas Licenciaturas.


Banco de Pesquisa Compacto
Laborciência (1991)


A partir daí teria início uma ação de amplitude nacional.
Era premente apresentar a proposta, que vinha latente através dos Bancos de Pesquisa, a professores do ensino médio. Era vital sensibilizar educadores, entendendo-se isso como algo que dizia respeito ao fazer e como fazer no trabalho do professor, (afinal novas metodologias e tecnologias estavam sendo apresentadas!).
É difícil precisar o número, mas perto de 5.000 professores, de algum modo, tiveram proximidade e familiarização com as propostas e soluções educacionais da Laborciência, entre 1991 e 1995."

Palestra para professores e educadores
SESCiência - Criciúma/SC (1994)


Professores em programa de sensibilização
na Mostra Energia - SESC/RJ (1995)


"O saber fazer foi sempre uma tônica
dos encontros com educadores e professores.

Era preciso vencer a todo o instante
o desafio do teórico-prático e as resistências
do...

...Penso que sei mas descubro que não sei;
logo, preciso reconstruir meu fazer pedagógico.
"


A percepção de que somente o Ensino de Física não representava a única frente a ser aprimorada, levou à busca novas soluções.

"Em 1992 propus a dois colegas, professores de Química, que desenvolvessem algo semelhante ao que eu vinha desenvolvendo em Física. Os professores Emílio Galhardo e Roque Cruz abraçaram com entusiasmo a tarefa sugerida. Em pouco mais de 6 meses ficaria pronto o protótipo que viria a ser o Química em Microescala, inaugurando no Brasil esta nova tecnologia de ensino para a Química."

A criação deste kit levou à fundação da Tecno - Tecnologias para a Educação - empresa com sede na cidade de Tatuí/SP, que hoje produz kits diversos para ensino de ciências e química.
Em 1994 a Editora Scipione convidou o Prof. Roque Cruz para escrever a coleção, em três volumes, Experimentos de Química em Microescala."


Protótipo - Química em Microescala
Tecno (1992)


Química em Microescala
Foto Laborciência (1997)


"O SESC (Serviço Social do Comércio), através
do projeto nacional SESCiência, convidou a Laborciência para idealizar e produzir uma Mostra Itinerante, focada no tema Energia.

Durante o ano de 92 o projeto da referida Mostra foi preparado, incluindo uma programação de seminários e exposições presenciais.

"Durante os anos de 93 a 95 percorri 30 cidades de 11 Estados Brasileiros realizando as oficinas e cursos do programa Energia."

Foi, em termos de público, o maior projeto até então organizado e realizado pela Laborciência, perfazendo um total de 550.000 atendimentos entre estudantes e público em geral, com 2.500 professores atendidos (conforme dados oficiais do SESC).

Os resultados culturais e educacionais deixados pela Mostra Energia do Projeto SESCiência foram considerados excelentes, pelo SESC - Departamento Nacional/RJ.


Convite oficial da Mostra Energia
SESC - Sesciência (1993 - 1995)


Entre um chimarrão e outro,
professores de Bento Gonçalves/RS
realizam vivências em grupo,
refletindo sobre suas práticas pedagógicas dedicadas ao Ensino das Ciências,
utilizando-se do riquíssimo acervo da Mostra Energia.

Mostra Energia - SESCiência
Bento Gonçalves/RS (1994)


Detalhe de uma das plataformas do kit francês
ENERGIE, cedido pelo Centro Franco-Brasileiro de Documentação Técnica e Científica para itinerar durante a Mostra Energia. Além deste material, um notável conjunto de recursos experimentais e didáticos, incluindo diversas mídias elaboradas pela Laborciência, compunha o acervo da Mostra Energia, contribuindo com idéias e práticas pedagógicas inovadoras.


Em 1993 a Laborciência parcitiparia do Projeto CIRANDA DA CIÊNCIA (Fundação Roberto Marinho/Hoechst), através da elaboração dos Minikits de Ciências. Entre 93 e 95 estudantes do Ensino Fundamental, através dos 80.000 Clubes de Ciências, seriam atingidos pelos Minikits, desenvolvidos e produzidos pela Laborciência.

Capa do Minilivro que acompanhava
o Minikit Magnetismo


Programa "Legal" da TV Rio Branco (Globo) - Acre/1993

"Era preciso caminhar pelas praças públicas, dar entrevistas, participar de programas na TV, realizar palestras e cursos. Havia muito mais a fazer além de inventar equipamentos e escrever textos: era preciso sensibilizar os educadores e
professores, a respeito das novas tecnologias!"


Outras microempresas como o Atelier de Brinquedos Científicos (criado pelo Prof. Anibal Figueiredo/SP), dedicava-se, em 1992, à confecção de materiais de suporte, em macroescala. Estes equipamentos vinham enriquecer as tecnologias disponíveis para o ensino das Ciências e da Física em particular, abrindo novas perspectivas para estas áreas educacionais e empresariais, no país.

Gerador de Van de Graaff e outros equipamentos destinados ao Ensino de Física,
desenvolvidos no país, a partir de 1991.


Circo da Ciência, projeto especialmente produzido e organizado pela Laborciência, para o Colégio POSITIVO.
Curitiba/PR (1996)


Tão ou mais importante que criar e produzir mídias sempre foi difundir as aplicações educacionais que elas propiciam nas interações professor-aluno e aluno-aluno.
Na foto, alunas do Colégio Positivo, realizando experimentos com o gerador de Van de Graaff,
durante o evento Circo da Física."


"Juntamente com os professores Emílio Galhardo Filho (Químico) e Claudio Roberto Braghini (Biólogo) escrevi o primeiro texto dedicado ao Ensino de Ciências, de 5ª a 8ª séries, para o Ensino Fundamental.
A proposta previa atividades em nível de integração entre as componentes de Física, Química, Biologia e Matemática. Era nossa primeira tentativa para encontrar um caminho interdisciplinar para o ensino de ciências, partindo de novos pressupostos. A primeira versão do Banco de Pesquisa Ciências foi concluída em 1993."


"Partíamos também para a construção de novos
modelos para suporte ao Ensino de Ciências.
Materiais diversos, como modelos moleculares
(visto na foto), foram desenvolvidos
pela Tecno, em parceria com a Laborciência.
Mas não bastava criar: era preciso divulgar estas novas mídias, torná-las conhecidas
pelas escolas e professores.
Divulgar e sensibilizar sempre foram os
verbos mais difíceis de conjugar."


Em 1993 era fundada a Laborciência Editora.
Suas duas primeiras publicações foram os Minilivros que acompanhavam os Minikits da
CIRANDA DA CIÊNCIA.
Os títulos Magnetismo e Germinação
totalizaram, em uma única edição, 80.000 exemplares.
A Editora viria abrir e dar suporte à edição de outras obras, dentre elas algumas de importância estratégica como
"E agora, Professor?", cuja edição tem servido de fundamento teórico e prático na concepção de novos modelos educacionais."

Outras publicações da Laborciência Editora,
incluindo a obra Experimentos de Física em Microescala, produzida em parceira com a
Editora Scipione (1997), viriam a ampliar o leque de publicações para suporte a alunos e professores."

Conjunto de Publicações


Em 1997 foi lançado o Programa
CONHECIMENTO FÍSICO
NO ENSINO FUNDAMENTAL
,
em parceria com a FEUSP (Faculdade de
Educação da Universidade de São Paulo).

Fruto de duas teses (respectivamente de mestrado e doutorado da Profa. Maria Elisa Resende Gonçalves, orientada pela Dra. Anna Maria Pessoa de Carvalho), o Programa CFEF, como é hoje conhecido, atingiu a mais de 4.000 professores, em ações de formação em exercício e a 100 escolas (públicas e privadas) do Estado de São Paulo e Rio de janeiro.

A Editora Scipione encarregou-se da publicação da obra que fundamenta o programa.
A Laborciência coube o desenvolvimento
do produto e sua difusão nacional.


Conjunto de Mídias e Publicações do Programa Conhecimento Físico no Ensino Fundamental
de autoria da Profa. Dra. Maria Elisa R. Gonçalves
Laborciência -FEUSP (1997)


Eventos educacionais sempre representaram uma oportunidade para a difusão de novas idéias e tecnologias.

Na foto abaixo vemos o evento
A Escola do Século XXI,
realizado em Natal/RN, em junho de 97.

O desafio enfrentado para vencer obstáculos em levar adiante novas propostas, nunca foi pequeno, no âmbito da comunicação."

Prof. Jerônimo Freire (UnP) em entrevista
para a TV Cabugi (Natal/RN Junho/97).

Gravação de Orientação Técnica em Vídeo (1997)

Como alcançar professores localizados em
remotos locais do Brasil, a partir de São Paulo?
Como estar com eles, tocando em assuntos essenciais que tratavam de novas tecnologias para ensino das Ciências?
Como ir além de um manual ou um livro quando os aspectos cruciais, no caso de orientações técnicas, são os de caráter prático?

"A gravação de vídeos trouxeram as melhores
respostas para estes problemas e desafios."


Chegou a hora de cruzar, pela primeira vez, a fronteira brasileira: Paraguai e Argentina.
Cursos, palestras, simpósios.
Agora as idéias, os produtos e publicações da Laborciência já poderiam ser conhecidos
por educadores daquelas nações.
Atualmente a Laborciência mantém estreitos laços de cooperação tecnológica e comercial com a empresa portuguesa SITAF, de Lisboa, que desenvolve interfaces para aquisição de dados por computador e com a norte-americana PASCO, além da alemã LIEDER.

Em visita ao Paraguai, a convite da Editora FTD, com Prof. José Roberto Bonjorno (1º à esquerda) (Junho - 1997)


COMEEP - 1997: 1100 participantes
"Redescobrindo a Alegria de Ensinar e Aprender"

A partir de 1997, a Laborciência passou a realizar, em conjunto com outras empresas, o COMEEP (Congresso e Mostra de Educação para Excelência profissional).
Realizado na cidade de Campinas/SP este evento reúne anualmente educadores de diferentes localidades do Estado de São Paulo bem como de outros estados brasileiros. Seu objetivo central é refletir sobre novos paradigmas para a Educação, tendo por alvo o constante aprimoramento profissional do educador.


Laborciência Tecnologia Educacional
Home Page: www.laborciencia.com.br


Currículo Reduzido

Assessorias e Atendimentos Especiais/Institucional:
2ª D.E. Jundiaí, 1989. D.E. Diadema/SP, 1991. D.E. São Bernardo do Campo/SP, 1991. D.E. São Caetano do Sul/SP, 1991. 1ª e 2ª Ds.Es. Santo André/SP. D.E. Ribeirão Pires/SP, 1991. DRE 6 Sul/SP, 1991. CEFAM, São José dos Campos/SP, 1991. D.E. S. José do Rio Preto/SP. D.E. Piraju/SP, 1991. Holambra, D.E. Jaguariúna/SP, 1991. "Encontro de Ensino e Desenvolvimento em Ensino de Física", Universidade Federal da Paraíba, Campina grande/PB, 1992. ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Programa RENAF, São José dos Campos/SP, 91 a 93. FDE - Fundação para o Desenvolvimento da Educação, SEESP, Programa PADCT, São Paulo, 1992. DRECAPs. 1 a 7, Programa de Formação em Exercício, SEESP, 1992. DRECAP - 3, 12ª D.E., São Paulo/SP, 1992. UFCE - Universidade Federal do Ceará, RENAF, "Treinamento de professores de Física do 2 grau", Fortaleza/CE, 1992. DRE - 6 Sul, santo André, 1992. UNESP - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Artes, Campus de São Paulo, "VII Encontro de Professores do Ciclo Básico", DRECAP - 3, 1992. Secretaria de Educação do Município de Natal/RN, "Mini-Curso de aperfeiçoamento em Física Experimental", 1992. Universidade Federal de Juiz de Fora, "IV Semana de Física", Juiz de Fora/MG, 1992. PUCCAMP - Pontifícia Universidade Católica de Campinas - "1ª Jornada sobre Mídia e Tecnologia a serviço do ensino, Aprendizagem e Treinamento: perspectivas psicológicas e educacionais", Campinas/SP, 1992. X SNEF - Simpósio Nacional de Ensino de Física, Londrina/PR, 1993. UFU - Universidade Federal de Uberlândia, "Curso de Aperfeiçoamento de Professores", RENAF, Uberlândia/MG, 1993. Secretaria de Estado da Educação do Rio Grande do Norte, "Projeto Escolas-Padrão", Natal/RN, 1993. SESC, Departamento Nacional, Projeto SESCiência, Mostra Energia: Tubarão/SC (2), Joinville/SC (2), Ijuí/RS, Santa Rosa/RS, Santa Cruz do Sul/RS, Bento Gonçalves/RS, Criciúma/SC, Chapecó/SC, Londrina/PR, Curitiba/PR, Campo Mourão/PR, Pato Branco/PR, Rio de Janeiro/RJ (02), Niterói/RJ, Nova Iguaçu/RJ, Nova Friburgo/RJ, Aracaju/SE, Campo Grande/MS, Rio Branco/AC (02), Macapá/AP, 1992 a 1995. SBPC, "I EXPOCI6ENCIA", Recife/PE, 1993.
Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, "I Semana de Ci6encias", Juiz de Fora/MG, 1993. UNITAU - Universidade de Taubaté, "I Simpósio de Física da Universidade de Taubaté", Metodologia de Física Experimental, Taubaté/SP, 1993. SBPC, Vitória/ES, 1994. Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, "II Semana de Ciências", Juiz de Fora/MG, 1994. UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora, Departamento de Física, Instrumentação para o Ensino de Física", Juiz de Fora/MG, 1994. USP, Faculdade de educação, Projeto "O Conhecimento Físico no Ensino Fundamental", 1994. Secretaria de Estado da Educação, Centro de Referência do Professor, Museu de Ciências e Técnica, Belo Horizonte/MG, 1994. Faculdades Integradas Tiradentes, "Projetos Educacionais", Aracajú/SE, 1994. Governo do Estado da Bahia, Secretaria de Educação e Cultura, "Programa para aperfeiçoamento de professores de Física", RENAF, Salvador/BA, 1994. Estado do Ceará, Secretaria de Educação, "VIII Feira Estadual de Ciências e Matemática", Fortaleza/CE, 1994. Governo do Estado do Ceará, Secretaria de Educação, "Curso de capacitação para professores do ensino médio", 1994. UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina - Campus Chapecó, "XI Simpósio Sul-Brasileiro de Ensino de Ciências, Chapecó/SC, 1994. UFPI, Universidade Federal do Piauí, VI CNECIM, Congresso Norte-Nordeste de Ciências e

Matemática, Terezina/PI, 1994. SESC, Departamento Nacional, Estruturação Vivencial do Curso de Ciências, Planejamento e Montagem de Atividades, SESC Blumenau/SC, 1995. Estação Ciência/USP, "I Mostra de Material de Divulgação e Ensino das Ciências", São Paulo/SP, 1985. Laboratório de Ensino de Física/ FEUSP, programa Óptica, 1995. Prefeitura do Município de São Paulo, Divisão de Orientação Técnica, "Ciclo de Palestras de Ciências", 1995. Faculdades Anhembi-Morumbi, "Novas Metodologias em Ensino de Física", São Paulo/SP, 1995. MEC, Secretaria de Educação Média e Tecnológica, DDE Coordenadoria de Física, "XI Encontro de Professores de Física das Escolas Técnicas Federais e Centros Federais de Tecnologia, Florianópolis/SC, 1995. UNIVILLE, Universidade da Região de Joinville, Seminário Energia/Palestra, Joinville/SC, 1995. FURB, Fundação Universidade Regional de Blumenau, "Novas Metodologias e Tecnologias em Ensino de Ciências", Blumenau/SC, 1995. "Ciência na Praça", São Paulo/SP, 1995 (matéria do Programa Fantástico, TV Globo, janeiro/95). "Ciência no Shopping", Joinville/SC, 1995. "Ciência na Praça, Blumenau/SC, 1995. 'Ciência no Shopping", Neumarkt Blumenau, Blumenau/SC, 1995. "Ciência na Praça", Rio Braco/AC, 1995. "Ciência na Praça", Curitiba/PR, 1995 (matéria veiculada pelo noticiário da TV Globo/PR). REEDUC, Rede Estadual de educação Ambiental, UESC, "Ensino de Física hoje e suas perspectivas para o futuro", Ilhéus/BA, 1995. Prefeitura do Município de São Paulo, Secretaria Municipal de Educação, "II Ciclo de Palestras", São Paulo/SP, 1995. Centro de Desenvolvimento de Tecnologia e Recursos Humanos, ETEP-FACAP/EEI, "III Semana de Ciências Aplicadas", São José dos Campos/SP. 1995. Estado de Santa Catarina, Prefeitura Municipal de Itajaí, "1ª Feira Municipal de Ciências e Matemática", Itajaí/SC, 1995. CTA - Centro Tecnológico Aeroespacial, ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica - Consultoria sobre Informática - São José dos Campos/SP, 1995. Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Educação e do Desporto, "Formação do Jovem para o trabalho e a Cidadania", Florianópolis/SC, 1995. UFES, Universidade Federal do espírito Santo, I SIPUFES, Vitória/ES, 1996. Estado de Minas Gerais, Superintendência de Desenvolvimento de Ensino, Caderno "Repensando o Ensino de Ciências", Belo Horizonte/MG, 1996. Escola Técnica Oswaldo Cruz, "EXPOC'96", São Paulo/SP, 1996. SENAC- Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, "100 anos de Piaget/Vygotsky", Oficina de Ciências, 1996. SUCESU, XXIX Congresso Nacional e Feira Internacional de Informática e Telecomunicações, "Projetos Educacionais com apoio da Informática", Natal/RN, 1996. XII Simpósio Nacional de ensino de Física, "Atividades Lúdicas no Ensino de Física", UFMG, Belo Horizonte/MG, 1997.MEC, Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná, "Curso de Física Experimental", Campo Mourão/PR, 1997. UBC, Universidade Braz Cubas, "1 CONGRED", Mogi das Cruzes/SP, 1997. Ministério do Exército, Colégio Militar de Juiz de Fora, "SISTEN - Física", Juiz de Fora/MG, 1997. Associación de Instituciones Educativas Privadas del Paraguay, "Seminário Taller de Física", Assunción, República del Paraguay, 1997. CONFIE, Mostra de Educação do estado de São Paulo, Anhembi, São Paulo/SP, 1997. VI Conferência Interamericana sobre Educación em la Física, "Ensenanza e Investigación em Educación en la Física: Mirando hacia el Futuro", província de Córdoba, Argentina, 1997. Segundo Semestre - 1997: página em construção.
" Assessoria a Instituições Educacionais, 1989 a 1997: 4000 atend. (aprox.)


  Recomede esta página
 Imprimir
 
.